FRESH Act 2026: avanço regulatório ou risco para a segurança alimentar?
- Juliana Marona
- há 24 horas
- 1 min de leitura

Uma nova proposta legislativa nos EUA, o FRESH Act 2026 está no centro de um debate intenso sobre o futuro da regulação de alimentos.
O projeto busca reformular como a U.S. Food and Drug Administration (FDA) supervisiona ingredientes alimentares, mas divide opiniões entre indústria e especialistas em saúde pública.
O que o FRESH Act propõe:
🔸 Criação da categoria “ingredientes alimentares comuns”, excluídos da definição de aditivos
🔸 Substituição do sistema atual de GRAS por um modelo com notificação obrigatória e registro público
🔸 Ampliação da autoridade da FDA para revisões pós-mercado
🔸 Prazo de 90 dias para avaliação de segurança e até 2 anos para retirada de substâncias consideradas inseguras
A proposta também prevê padronização federal, podendo limitar legislações estaduais, que vêm avançando mais rapidamente na restrição de certos aditivos.
Isso levanta um debate central: Uniformidade regulatória vs. autonomia dos estados
✔ Indústria: defende maior previsibilidade e redução da fragmentação regulatória
✔ Especialistas e ONGs: alertam para possível enfraquecimento da avaliação pré-mercado e da proteção ao consumidor
O FRESH Act surge em um momento crítico, com:
🔸 Crescente preocupação com aditivos e segurança alimentar
🔸 Aumento de legislações estaduais nos EUA
🔸 Pressão por maior transparência e controle de ingredientes
Impacto para empresas:
✔ Possível mudança estrutural no sistema GRAS
✔ Necessidade de adaptação a novos processos de notificação
✔ Monitoramento de conflitos entre regras federais e estaduais
Essa proposta pode redefinir o equilíbrio entre agilidade regulatória e rigor na segurança alimentar.
Fonte: FoodNavigator USA



Comentários