Qual é o primeiro passo para exportar alimentos do Brasil?+
O estudo de viabilidade regulatória: avaliar se a formulação do seu produto — aditivos, conservantes e limites — é permitida no país de destino. Programas como Apex e Sebrae ensinam a parte tributária e logística, mas o regulatório é o que define se o produto pode ou não entrar. Começar por ele evita investir em um projeto inviável.
Preciso de registro no FDA para exportar alimentos aos Estados Unidos?+
Sim. Alimentos destinados aos EUA exigem registro de estabelecimento no FDA e a nomeação de um agente americano (US Agent) — uma pessoa ou empresa com endereço fixo nos Estados Unidos, responsável pela comunicação com a agência. A JMarona conduz o registro e também presta o serviço de agente americano.
Rotulagem de exportação é só traduzir o rótulo brasileiro?+
Não. Cada país tem regras próprias de composição, tabela nutricional e alegações. A rotulagem correta começa na avaliação da formulação, porque um ingrediente permitido no Brasil pode ser proibido no destino. Por isso nosso trabalho de rotulagem parte da formulação, não do rótulo pronto.
Minha fábrica precisa se adequar às normas do país comprador?+
Depende do produto, mercado, estabelecimento e modelo de operação. Em alguns projetos, além da adequação regulatória do produto, existem requisitos específicos aplicáveis à fábrica, aos processos, aos controles ou à documentação. Nossa análise identifica exatamente quais deles se aplicam ao projeto e, quando se aplicam, fazemos o diagnóstico da planta e o plano de adequação, com acompanhamento da implementação.
Empresas pequenas conseguem exportar alimentos?+
Sim, desde que tratem o regulatório como investimento e não como custo. Um estudo de viabilidade regulatória para até três SKUs em um país é o ponto de partida — e evita gastos muito maiores com cargas barradas ou registros negados.
Vocês atendem empresas de fora querendo vender no Brasil?+
Sim. Atendemos produtores internacionais — especialmente europeus de azeite, vinho, lácteos e especialidades — em todo o processo de entrada no mercado brasileiro: viabilidade, registro na ANVISA/MAPA e rotulagem em português. O atendimento é feito em inglês.